Transformar O Câncer Em Um Vestido

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Jacqueline Firkins começou a desenhar seus primeiros vestidos quando tinha 18 anos, e desde portanto tinha concentrado toda a tua carreira no projeto artístico de figurinos para cinema e teatro. Há alguns meses, uma bolsa de estudos pra incentivar a procura entre diferentes disciplinas, colocou-o diante de uma série de imagens de células tumorais vistas ao microscópio.

Imediatamente soube que aquelas cores, texturas, harmonias “tinham uma beleza intrínseca, apesar de simbolizar alguma coisa tão fatídico, como o câncer”. Aquela primeira visão do câncer ante o microscópio acaba de traduzir neste instante em uma revolucionária exibição de vestidos, que pode ser visto pela Universidade British Columbia do Canadá, onde Firkins oferece aulas no departamento de Cinema e Teatro.

Firkins pro Mundo, horas antes da inauguração Projetando o câncer: a ligação entre A Destruição e Beleza. Firkins está convencida de que seus vestidos são uma sensacional maneira de transportar a ciência ao público “e de retratar a experiência de mulheres com câncer que conheço”. Depois da exposição está previsto que os dez vestidos de celebração são subasten pra arrecadar fundos destinados à investigação oncológica (“mesmo que minhas três melhores amigas neste instante me disseram que escolheriam elas”, brinca).

Quatro gerações de leitores foram contornado com os livros que decidiu anunciar. Tusquets rodeou-se dos melhores. E abriu caminhos, diversos caminhos diferentes. Como usava a imprensa o Manifesto Dadá e o Manifesto Comunista que a biografia de Groucho Marx. O primeiro livro de Enrique Vila-Matas (Mulher no espelho contemplando a paisagem, 1973) ou o Relato de um náufrago, de García Márquez.

  • Um Guanajuato Porto Interior
  • Luisplazas (conversa) 20:07 vinte jun 2017 (UTC)
  • Vernazza, Cinque Terre
  • 1 Carreira 1.1 Primeiros anos
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Sua heterodoxia é uma longa senda de coherencias. “Fazer o que fizemos com as duas coleções de inauguração seria impossível neste instante. Chegamos com elas, até mesmo, pra américa Latina. Em Buenos Aires estava a verdadeira pedreira de edição livre de títulos em português e pra nós era sério visibilizarnos lá; e conseguimos isso brevemente”.

O mais claro foi Carlos Barral, por seu entusiasmo contagiante, sua paixão. O projeto de Barral Editores era muito respeitável. Representou o protótipo de editor europeu antes do que qualquer outro no Brasil. Sua capacidade de se conectar com os bons editores estrangeiros também era admirável.

por esse significado, aproveitei os seus passos. Sempre tinha os olhos postos nele. E em teu enorme coerência editorial. É essa impressão é geracional? Eu falo por mim. Se você ou seja se influenciou Jorge Herralde, que estreou seu editorial no mesmo ano em que estamos, não posso te relatar. Jorge tem tuas manias e o marxismo lhe comia o coco. É colega de verdade, mas tem essa maneira um tanto prepotente que, às vezes, estraga as coisas.